Há algum tempo, não faz muito, a Ana Boni me convidou pra ver o show do Vander Lee no Teatro 4 de Setembro. Como eu não o conhecia, o nome não me chamou muito a atenção e também não conhecia as músicas. Não fui. Quarta-feira quando abri o meu email alguém que eu não conheço e que acho não ser brasileiro, pois postou uma mensagem em espanhol, me convidou para visitar o seu blog e ouvir as músicas do Vander Lee. Nossa, gostei muito, e não é que no aniversário da Marta o primeiro som que rolou, antes do Vavá Ribeiro, foi o Vander Lee! Selecionei estas para ouvir.
Contra o Tempo (Vander Lee)
Corro contra o tempo pra te ver
Eu vivo louco por querer você
Morro de saudade, a culpa é sua
Bares, ruas, estradas
Desertos, luas
Que atravesso em noites nuas
Só me levam pra onde está você
O vento que sopra meu rosto cega
Só o seu calor me leva
Numa estrela pra lembrança sua
O que sou...
Onde vou...
Tudo em vão...
Tempo de silêncio e solidão
O mundo gira sempre
Em seu sentido
Tem a cor do seu vestido azul
Todo atalho finda em seu sorriso nu
Na madrugada, uma balada soul
Um som assim meio que rock'n'roll
Só me serve pra lembrar você
Qualquer canção que eu faça
Tem sua cara
Rima rica, jóia rara
Tempestade louca no Saara
O que sou...
Onde vou...
Tudo em vão...
Tempo de silêncio e solidão.
Esperando Aviões
Meus olhos te viram triste
Olhando pro infinito
Tentando ouvir o som do próprio grito
E o louco que ainda me resta
Só quis te levar pra festa
Você me amou de um jeito tão aflito
Que eu queria poder te dizer sem palavras
Eu queria poder te cantar sem canções
Eu queria viver morrendo em sua teia
Seu sangue correndo em minha veia
Seu cheiro morando em meus pulmões
Cada dia que passo sem sua presença
Sou um presidiário cumprindo sentença
Sou um velho diário perdido na areia
Esperando que você me leia
Sou hangar vazio esperando aviões
Sou o lamento no canto da sereia
Esperando o naufrágio das embarcações.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Martosa, demais!
Acabo de chegar da festa da Marta.São 2h da manhã. Estou sem sono. Foi, simplesmente, maravilhosa. Uma alegria só e não poderia ser de outro jeito. A Marta diz que sempre festeja a vida e a alegria com os amigos e a família. A festa foi animada pelo Vavá Ribeiro, Sarah Rejane e, por último, Marquinhos do Pará. O momento mais animado foi a sessão brega, com direito a performance da Marta e do Ostim. Foi muito engraçado! Ele cantou a Loba (Marrom) com drama e depois os dois cantaram "Por que Brigamos" ( Diana) Até eu cantei. Pense! No final, todos cantaram as Frenéticas. A festa foi no Sítio Uruguai, com uma superprodução da Meeting Produções. Agora vou dormir, amanhã tem muito trabalho. voltemos à realidade.
Carlos Drummond de Andrade
Estava agora há pouco fazendo algumas leituras sobre políticas de promoção social e me lembrei das visitas que fiz a algumas instituições em Teresina que prestam serviço na área da Assistência Social, como a Casa Dom Barreto e a Fazenda da Paz. Fiquei pensando na nossa pequenez como seres humanos, o quanto somos egoístas quando imaginamos que estamos acima do bem e do mal e que os nossos problemas são sempre maiores do que os dos outros. Imaginar que aquelas pessoas assistidas através desses programas de assistência sequer têm alguém que olhe para elas, que lhes dê carinho e que as veja como seres humanos. Quando nos deparamos com a vida real, com as várias faces da vida, é que percebemos o quanto somos pequenos.Mas percebemos,também, que nós podemos mudar, se quisermos e se estamos prontos para enfrentar os desafios. Pensar nas nossas relações com o outro é pensar em nós como seres humanos, que temos medos, necessidades, vontades, desejos e que não custa nada dar um pouco de amor, de afeto, de carinho e ajudar aqueles cujas vozes não são ouvidas. Acho que o fundamento de tudo isso está no amor no seu sentido mais amplo. Não que o amor possa resolver todas as mazelas e problemas desse mundo, mas, certamente, é na nossa relação com o outro que podemos encontrar uma saída. Foi assim que pensei no Drummond e nas suas palavras sábias. Os poetas sempre estão além de nós. Que a poesia esteja sempre presente nas nossas vidas!
"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade."
Carlos Drummond de Andrade
Os Ombros Suportam o Mundo
Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.
Carlos Drummond de Andrade
"Se procurar bem você acaba encontrando.
Não a explicação (duvidosa) da vida,
Mas a poesia (inexplicável) da vida."
Carlos Drummond de Andrade
As sem-razões do amor
Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
Carlos Drummond de Andrade
"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade."
Carlos Drummond de Andrade
Os Ombros Suportam o Mundo
Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.
Carlos Drummond de Andrade
"Se procurar bem você acaba encontrando.
Não a explicação (duvidosa) da vida,
Mas a poesia (inexplicável) da vida."
Carlos Drummond de Andrade
As sem-razões do amor
Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
Carlos Drummond de Andrade
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Martosa ,31
Amanhã, dia 29 de Outubro, é um dia especial. Minha amiga Martosa (Marta Vasconcelos), empresária da Meeting Produções, estará de aniversário. E, como todo ano ela faz uma mega festa, vai ser tudo de bom. Eu já recebi o meu convite e estarei presente. O convite é bem original: um cartão de telefone com uma bela foto e o ddd 31 (aninnhos). Parabéns, minha linda! VOCÊ É A ALEGRIA EM PESSOA. God bless you!
Aí estamos nós no show da Bethânia
Aí estamos nós no show da Bethânia
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Leila Diniz - Uma mulher
Como diz Leila Diniz…
Postado por Luciano Trigo em 24 de Outubro de 2008 às 23:11
Dois livros contam a trajetória da carioca que fez uma revolução de biquini
A quebradora de tabus está de volta. Leila Diniz é personagem de dois perfis biográficos que chegam simultaneamente às livrarias: Leila Diniz – Uma revolução na praia, de Joaquim Ferreira dos Santos e a edição revista e aumentada de Toda mulher é meio Leila Diniz, de Mirian Goldenberg .
Está de volta? Na verdade ela nunca partiu. Morreu precocemente, aos 27 anos, num acidente aéreo, mas continuou viva em geração após geração de meninas que adotaram, mesmo sem saber, as mensagens e os exemplos de Leila Diniz. O fato de hoje a sua rebeldia parecer bem comportada – falar sem pudores sobre sexualidade ou posar grávida de biquíni na praia não escandaliza mais ninguém – é a maior prova de que Leila triunfou. Viver intensamente e gozar da liberdade sexual virou rotina. Separar sexo do amor também. Mais que isso, a felicidade e o prazer viraram quase uma obrigação. Até mesmo na deselegância discreta das adolescentes que rimam desafiar convenções com falar palavrões ela continua presente. Ou na moda de escancarar a vida íntima em público. O que era impactante é hoje banal. Em mais de um sentido, a profecia da letra de Rita Lee se concretizou: hoje qualquer mulher é mesmo Leila Diniz.
O problema era ser Leila Diniz nos anos 60 e 70, em plena vigência da ditadura militar e de um conservadorismo moral sufocante. Nesse sentido seu papel foi realmente revolucionário, pois ela ocupou a vanguarda da emancipação feminina no Brasil, levantando a bandeira da espontaneidade e da alegria contra o machismo mal humorado então reinante. Este papel simbólico-comportamental foi tão importante que quase esquecemos que ela fez muito mais.
Por exemplo, foi atriz. Leila participou da primeira novela da Globo, em 1965, Ilusões perdidas, e também de O sheik de Agadir e Eu compro esta mulher (as novelas de antigamente tinham títulos fortes), além de fazer anúncios da Coca-Cola e de cremes dentais; no cinema, atuou em filmes de Domingos Oliveira (como o clássico Todas as mulheres do mundo, de 1966, e Edu, Coração de Ouro, ambos com Paulo José) e Nelson Pereira dos Santos (Fome de amor); no teatro, contracenou com Cacilda Becker, em O preço de um homem, e foi corista de uma revista de Carlos Machado.
Filha de um dirigente do Partido Comunista, Leila nasceu em Niterói, fez o magistério e dava aulas num jardim da infância de subúrbio quando, aos 17 anos, conheceu o cineasta Domingos de Oliveira numa festa de Natal. Reza a lenda que na mesma noite começou o relacionamento de 3 anos, que ajudaria a abrir caminhos para sua carreira artística.
Mas a celebriidade veio mesmo quando a imprensa começou a publicar entrevistas suas, nas quais não media palavras nem palavrões, principalmente a famosa entrevista do Pasquim, de novembro de1969. “Cada palavrão dito pela rósea boquinha da bela Leila foi substituído por uma estrelinha. É por isso que a entrevista dela até parece a Via Láctea”, explicou o editor. Foi a edição mais vendida de toda a história do jornal. Coincidência ou não, a censura prévia à imprensa foi instituída pela ditadura logo depois da publicação: a lei ficou conhecida como Decreto Leila Diniz.
Leila incomodava. Com o endurecimento da situação política, as oportunidades profissionais começaram a escassear. Acusada de ajudar militantes de esquerda, ela chegou a precisar se esconder no sítio de… Flavio Cavalcanti, apresentador de televisão injustamente acusado de reacionário, cuja vida também merece ser recontada. Em 1971 Leila voltou a se casar, com o cineasta Ruy Guerra. Grávida de oito meses (de Janaína), chocou a família brasileira ao expor o barrigão na praia de Ipanema - e, mais tarde, ao se deixar fotografar amamentando. Sua morte causou verdadeira comoção nacional. Partia mulher, nascia o mito.
FRASES:
“Você pode muito bem amar uma pessoa e ir para cama com outra. Já aconteceu comigo”
“Quebro a cara toda hora, mas só me arrependo do que deixei de fazer por preconceito, problema e neurose”
“Não morreria por nada deste mundo, porque eu gosto realmente é de viver. Nem de amores eu morreria, porque eu gosto mesmo é de viver de amores”
“Eu posso dar para todo mundo, mas não dou para qualquer um”
“Cafuné na cabeça, malandro, eu quero até de macaco”
“Viver, intensamente, é você chorar, rir, sofrer, participar das coisas, achar a verdade nas coisas que faz. Encontrar em cada gesto da vida o sentido exato para que acredite nele e o sinta intensamente”
“Sempre andei sozinha. Me dou bem comigo mesma”
“Eu trepo de manhã, de tarde e de noite”
“Todos os cafajestes que conheci na vida são uns anjos de pessoas”
“Eu durmo com todo mundo! Todo mundo que quer dormir comigo e todo mundo que eu quero dormir”
“Só quero que o amor seja simples, honesto, sem os tabus e fantasias que as pessoas lhe dão”
“Não sou contra o casamento. Mas, muito mais do que representar ou escrever, ele exige dom”
Postado por Luciano Trigo em 24 de Outubro de 2008 às 23:11
Dois livros contam a trajetória da carioca que fez uma revolução de biquini
A quebradora de tabus está de volta. Leila Diniz é personagem de dois perfis biográficos que chegam simultaneamente às livrarias: Leila Diniz – Uma revolução na praia, de Joaquim Ferreira dos Santos e a edição revista e aumentada de Toda mulher é meio Leila Diniz, de Mirian Goldenberg .
Está de volta? Na verdade ela nunca partiu. Morreu precocemente, aos 27 anos, num acidente aéreo, mas continuou viva em geração após geração de meninas que adotaram, mesmo sem saber, as mensagens e os exemplos de Leila Diniz. O fato de hoje a sua rebeldia parecer bem comportada – falar sem pudores sobre sexualidade ou posar grávida de biquíni na praia não escandaliza mais ninguém – é a maior prova de que Leila triunfou. Viver intensamente e gozar da liberdade sexual virou rotina. Separar sexo do amor também. Mais que isso, a felicidade e o prazer viraram quase uma obrigação. Até mesmo na deselegância discreta das adolescentes que rimam desafiar convenções com falar palavrões ela continua presente. Ou na moda de escancarar a vida íntima em público. O que era impactante é hoje banal. Em mais de um sentido, a profecia da letra de Rita Lee se concretizou: hoje qualquer mulher é mesmo Leila Diniz.
O problema era ser Leila Diniz nos anos 60 e 70, em plena vigência da ditadura militar e de um conservadorismo moral sufocante. Nesse sentido seu papel foi realmente revolucionário, pois ela ocupou a vanguarda da emancipação feminina no Brasil, levantando a bandeira da espontaneidade e da alegria contra o machismo mal humorado então reinante. Este papel simbólico-comportamental foi tão importante que quase esquecemos que ela fez muito mais.
Por exemplo, foi atriz. Leila participou da primeira novela da Globo, em 1965, Ilusões perdidas, e também de O sheik de Agadir e Eu compro esta mulher (as novelas de antigamente tinham títulos fortes), além de fazer anúncios da Coca-Cola e de cremes dentais; no cinema, atuou em filmes de Domingos Oliveira (como o clássico Todas as mulheres do mundo, de 1966, e Edu, Coração de Ouro, ambos com Paulo José) e Nelson Pereira dos Santos (Fome de amor); no teatro, contracenou com Cacilda Becker, em O preço de um homem, e foi corista de uma revista de Carlos Machado.
Filha de um dirigente do Partido Comunista, Leila nasceu em Niterói, fez o magistério e dava aulas num jardim da infância de subúrbio quando, aos 17 anos, conheceu o cineasta Domingos de Oliveira numa festa de Natal. Reza a lenda que na mesma noite começou o relacionamento de 3 anos, que ajudaria a abrir caminhos para sua carreira artística.
Mas a celebriidade veio mesmo quando a imprensa começou a publicar entrevistas suas, nas quais não media palavras nem palavrões, principalmente a famosa entrevista do Pasquim, de novembro de1969. “Cada palavrão dito pela rósea boquinha da bela Leila foi substituído por uma estrelinha. É por isso que a entrevista dela até parece a Via Láctea”, explicou o editor. Foi a edição mais vendida de toda a história do jornal. Coincidência ou não, a censura prévia à imprensa foi instituída pela ditadura logo depois da publicação: a lei ficou conhecida como Decreto Leila Diniz.
Leila incomodava. Com o endurecimento da situação política, as oportunidades profissionais começaram a escassear. Acusada de ajudar militantes de esquerda, ela chegou a precisar se esconder no sítio de… Flavio Cavalcanti, apresentador de televisão injustamente acusado de reacionário, cuja vida também merece ser recontada. Em 1971 Leila voltou a se casar, com o cineasta Ruy Guerra. Grávida de oito meses (de Janaína), chocou a família brasileira ao expor o barrigão na praia de Ipanema - e, mais tarde, ao se deixar fotografar amamentando. Sua morte causou verdadeira comoção nacional. Partia mulher, nascia o mito.
FRASES:
“Você pode muito bem amar uma pessoa e ir para cama com outra. Já aconteceu comigo”
“Quebro a cara toda hora, mas só me arrependo do que deixei de fazer por preconceito, problema e neurose”
“Não morreria por nada deste mundo, porque eu gosto realmente é de viver. Nem de amores eu morreria, porque eu gosto mesmo é de viver de amores”
“Eu posso dar para todo mundo, mas não dou para qualquer um”
“Cafuné na cabeça, malandro, eu quero até de macaco”
“Viver, intensamente, é você chorar, rir, sofrer, participar das coisas, achar a verdade nas coisas que faz. Encontrar em cada gesto da vida o sentido exato para que acredite nele e o sinta intensamente”
“Sempre andei sozinha. Me dou bem comigo mesma”
“Eu trepo de manhã, de tarde e de noite”
“Todos os cafajestes que conheci na vida são uns anjos de pessoas”
“Eu durmo com todo mundo! Todo mundo que quer dormir comigo e todo mundo que eu quero dormir”
“Só quero que o amor seja simples, honesto, sem os tabus e fantasias que as pessoas lhe dão”
“Não sou contra o casamento. Mas, muito mais do que representar ou escrever, ele exige dom”
domingo, 26 de outubro de 2008
Sombra e Água Fresca
Melhor impossível
Ontem fomos ao sítio do Naldo e da Lourdinha. Era aniversário do Naldo. Depois de uma semana cansativa, não poderia ter sido melhor. A Lourdinha é uma pessoa maravilhosa, amiga, inteligente e adora receber os amigos. Amigos do trabalho e familiares estavam presentes. Bom papo, muitas risadas, brincadeiras e muita comida e bebida. Só faltou sarna. Só voltamos hoje, domingo, por conta das obrigações. À noite foi um festival de ronco. Parecia uma orquestra e eu quase não dormi. Hoje, cedinho, eu, a Ceiça e a Joana acordamos e fomos colher frutas: laranjas, limas, caju e manga. ficamos descascando as laranjas e observando um galo tarado que corria atrás das galinhas. Era o fodão do lugar. Nossa, o galo comeu todas. Depois fomos pra piscina. foi um dia feliz, alegre, festivo.
A filha do Gil e o Naldo com o bolo do aniversário

Lourdinha, Naldo e amigos

Ceiça e Joaninha tomando coalhada no café da manhã.

Eu em cima do pé de caju

Eu e a Ceiça

Eu e Joana descascando laranja

Vida boa, hein!

A Ceiça e eu cortando os temperos para o almoço

Joaninha passando bronzeador na Ceiça. eita moleca que gosta de sol!

Eu e a Joana só moendo!
Ontem fomos ao sítio do Naldo e da Lourdinha. Era aniversário do Naldo. Depois de uma semana cansativa, não poderia ter sido melhor. A Lourdinha é uma pessoa maravilhosa, amiga, inteligente e adora receber os amigos. Amigos do trabalho e familiares estavam presentes. Bom papo, muitas risadas, brincadeiras e muita comida e bebida. Só faltou sarna. Só voltamos hoje, domingo, por conta das obrigações. À noite foi um festival de ronco. Parecia uma orquestra e eu quase não dormi. Hoje, cedinho, eu, a Ceiça e a Joana acordamos e fomos colher frutas: laranjas, limas, caju e manga. ficamos descascando as laranjas e observando um galo tarado que corria atrás das galinhas. Era o fodão do lugar. Nossa, o galo comeu todas. Depois fomos pra piscina. foi um dia feliz, alegre, festivo.
A filha do Gil e o Naldo com o bolo do aniversário

Lourdinha, Naldo e amigos

Ceiça e Joaninha tomando coalhada no café da manhã.

Eu em cima do pé de caju

Eu e a Ceiça

Eu e Joana descascando laranja

Vida boa, hein!

A Ceiça e eu cortando os temperos para o almoço

Joaninha passando bronzeador na Ceiça. eita moleca que gosta de sol!

Eu e a Joana só moendo!
sábado, 25 de outubro de 2008
Marta Suplicy - relaxa e goza
Com a perspectiva de que será derrotada em Saõ Paulo, só resta um consolo:
-Calma, Marta, relaxa e goza.
-Calma, Marta, relaxa e goza.
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